ONDE É O PARAÍSO? Manifeste-se!

ONDE É O PARAÍSO?

Tomara que, num futuro próximo, ao te perguntarem onde fica o paraíso, vc possa responder, sem sombra de dúvida, que é aqui, não apenas pelas belezas naturais desse país tão maltratado, desse país que parece abandonado pelo Pai.

Tomara que em breve você possa dizer que o Brasil se tornou um paraíso pra estudar, pra criar um filho, pra divertir, pra trabalhar, enfim, pra se viver.

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ONDE É O PARAÍSO? Manifeste-se!

Dilu Bartolomeo Villela

Fotos de Priscila Bartolomeu

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Foto: Priscila Bartolomeu Fotografia

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Hoje a leveza habitual do Dilucious não veio se manifestar, tal qual um post que escrevi em junho de 2013. Dele, copio e colo aqui alguns comentários, e você, se quiser, MANIFESTE-SE! Diga se hoje, dois anos depois, estamos no caminho certo.

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Foto da internet

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Sim amigos, o tema de hoje nada tem a ver com o leve e delicado Dilucious de sempre. Que Deus nos ajude a transpor essa fase e conseguir um Brasil melhor para as pessoas que por algum motivo não foram merecedoras da mesma condição que muitos de nós temos. Que Deus ilumine os políticos e mostre a eles o verdadeiro e bom caminho! Que daqui uns anos a gente possa lembrar com profunda tristeza no coração, do Brasil que tivemos, mas que estejamos vivendo com paz e felicidade os novos tempos! Dilu Bartolomeo Villela

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Foto: Priscila Bartolomeu Fotografia

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Querida Dilu, apesar de ter sentido falta das delícias que você posta, que nos deixam mais leves e alegres, fiquei feliz em ver a sua postura como Cidadã. Afinal, porque um blog gourmet não pode expressar a indignação de sua escritora com a atual situação de nosso país, temos que manifestar sim e em todos os lugares. Para lembrar que sempre falo da minha família, mamãe sempre dizia que o pior dos pecados é a omissão, e meu pai falava que não basta ser honesto, temos que parecer honestos. Parabéns ao Dilicious, por não ter se omitido, como se o país estivesse em plena paz, valeu muito a postura do blog como parte da mídia cidadã. Vamos votar a Corrupção como crime hediondo já! Ana Paula Gonaçalves Lanari

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Foto: Priscila Bartolomeu Fotografia

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Faço minhas as palavras da Ana Paula Gonçalves. Todos somos responsáveis pelas mudanças deste país. Valéria Saraiva de Resende

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Foto: Priscila Bartolomeu Fotografia

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Nada dissso Dilu, quem tem admiração pelo blog, tem admiração por vc. Acho que respeitar seu sentimento em não se sentir a vontade em publicar seus posts Dilucious é tão natural como o desejo de todos nós brasileiros que, se estabeleça definitivamente em nosso país a democracia plena, a ordem, o progresso através do clamor das ruas e atuações dignas de nossos governantes em todas as esferas do Poder! Que nossos políticos de todos os partidos façam a mea culpa e deem rumos dignos em suas atuações com reflexo natural na vida de todos nós!!! Nilza da Cruz Silva

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Foto: Priscila Bartolomeu Fotografia

Foto: Priscila Bartolomeu Fotografia

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Amiga querida, assim como eu, acredito que vc e todos os brasileiros adoramos uma vida leve: comer bem, morar bem, poder divertir sem constrangimentos, viajar, ter acesso a boa música, boa leitura, momentos tranquilos. Independente de partidos, convicções ou religiões, o único caminho que realmente gostaríamos de percorrer seria o da paz, que só será possivel se todos tiverem uma condição de vida mais justa. Assim como eu, sei que vc sonha com um mundo melhor para nós e nossos filhos (e os netos a seguir!) e podemos começar melhorando nosso país, diminuindo as desigualdades e garantindo dignidade para todos. Assim, certamente a vida virá sem o peso do descaso, da amargura na injustiça, da impunidade e todos poderemos nos “Diluciar” com as dádivas que ela nos apresenta! Parabéns pela maneira com que se colocou frente a este momento. Junia Vaz de Almeida

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Pois é Dilu, nada foi feito. A “presidenta” prometeu e como viu que nós nada cobramos, esqueceu das promessas e continuou olhando pro próprio umbigo. Maira Cury de Melo

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manifesto joelho.

Momento de total indignação! Parabéns a voce Dilú que através do Dilucious, mostra que um filho teu não foge a luta, e que queremos sim ver a nossa terra adorada, a nossa Pátria amada voltar a ter Ordem e Progresso! Stella

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Fotos: Priscila Bartolomeu Fotografias

Fotos: Priscila Bartolomeu Fotografias

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BBB

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5 comentários em “ONDE É O PARAÍSO? Manifeste-se!

  1. Oi Dilu!
    Este País rico em riquezas naturais e com suas belezas, está sangrando por todos os lados. Chega a ser incrível como a cidadania e patriotismo neste País, viraram coisas secundárias. Em qualquer lugar sério neste planeta, alho bom já teria acontecido. Como diz o meu amigo americano, que por mais de 30 anos, dá consultoria na Bolsa de Valores de NY. “No Brasil o crime compensa, mesmo que vc seja preso, ainda compensa.”
    Ver 10 mil, 100 mil, 1 milhão de pessoas nas ruas, não pesa tanto quanto 54 milhões de votos que essa facção criminosa teve nas últimas eleições. Estamos um um problema extremamente grave na cultura do brasileiro. Muito triste!

  2. Minha amiga querida, fiz minha parte em ir pra rua hoje do mesmo modo como você em fazer esse post, mas confesso que estou desanimada com o resultado. Estou sem esperança de que seremos ouvidos, parece que quem está no comando só pensa no próprio umbigo e no poder. Muito triste! Procuro não perder a fé no Brasil, mas está difícil! Um beijo grande querida

  3. Dilu, só acredito que o brasileiro tem sangue de ladrão. Eu não acredito em mudanças, pq o sangue não muda. Se sair uma corja do governo outra corja vai entrar.

  4. Dilu querida,
    Tenho seríssimas dúvidas sobre a existência do paraíso como lugar. Tantas quantas tenho sobre a existência do inferno. Contudo, um só existe em face do outro. Com certeza, Adão e Eva só entenderam o que era o paraíso, no dia em que foram expulsos de lá.

    De outra forma, acredito piamente no paraíso como uma forma de caminhar. Sem ódio, sem medo, sem desesperança e, sobretudo, com bons sentimentos. Sei que fala em seu post sobre política, mas nesta política eu não acredito. A política é uma festa no inferno, onde santo não entra. Mas acredito na força da história e em seus movimentos. E, confesso, sinto-me feliz por ser brasileira, desde sempre. Sigamos, pois. bjks
    PS – c orrendo porque já vou eu de novo pegar a estrada pro interior. Mas depois, procure (deve ter na net) uma parábola sobre inferno e paraíso. Fala de alimentos, de colheres enormes, de muito que tem a ver com vc minha amiga. bjs

    • Vera minha linda que só sabe me alegrar, ou me contar coisas lindas, ou me oferecer coisas e palavras que me deixam ainda mais feliz. Esse tipo de assunto não combina, não entra no nosso paraíso/mundo, ele está bem distante da corrente de delicadeza, carinho, amor ao próximo, gentileza, doação, generosidade… É assim que vejo o paraíso, ou assim imagino viver qdo lá chegar, por isso, acho até que já estou nele. Pena ter de conviver com o inferno imposto pelos políticos sujos, covardes, egoístas… e uma outra palavra que a boa educação não me permite escrever, mas que, quem tá lendo, vai pensar na mesma.

      Copio e colo aqui o que vai fazer meu dia mais especial e maravilhoso, é com esse texto que vou conduzir minha semana, meu mês, meu ano, minha vida! Eis:

      Conta-se que um poeta estava um dia passeando ao crepúsculo em uma floresta, quando, de repente, surgiu diante dele um dos maiores poetas de todos os tempos — Virgílio. O homem tomou o maior susto de sua vida e começou a tremer sem parar. Virgílio disse ao apavorado colega: — ‘Tua alma está tomada pela covardia, que tantas vezes pesa sobre os homens, os afastando de nobres empreendimentos, como uma besta assustada pela própria sombra.’ Mas, o destino estava sorrindo para ele, explicou Virgílio, pois tinha sido escolhido para conhecer os segredos do Paraíso e do Inferno.

      Utilizando seus poderes místicos, Virgílio transportou o poeta — ainda apavorado com tão insólita experiência — ao velho e mítico rio de águas pantanosas e cinzentas que circundava o submundo: O ‘Rio Aqueronte’. Entraram em uma canoa e Virgílio instruiu o poeta para remar até o Inferno, já que ‘Caronte’ não se encontrava por ali. Quando chegaram, o poeta estava algo surpreso por encontrar um lugar semelhante à floresta onde estavam, e não feito de fogo e de enxofre nem infestado de demônios alados e criaturas nojentas exalando fogo, como ele esperava.

      Virgílio pegou o poeta pela mão e levou-o por uma trilha. Logo o poeta sentiu, à medida em que se aproximavam de uma barreira de rochas e arbustos, o cheiro de um delicioso ensopado. Junto com o cheiro, entretanto, vinham misteriosos sons de lamentações e de ranger de dentes. ‘Gritos de mágoa, brigas, queixas iradas em diversas línguas formavam um tumulto que tinha o som de uma ventania.’ Ao contornarem as rochas, depararam-se com uma cena incomum. Havia uma grande clareira com muitas mesas grandes e redondas. No meio de cada mesa havia uma enorme panela contendo o ensopado cujo cheiro o poeta havia sentido, e cada mesa estava cercada de pessoas definhadas e obviamente famintas. Cada uma segurava uma colher com a qual tentava comer o ensopado. Entretanto, devido ao tamanho da mesa e por serem as colheres muito grandes e com cabos três vezes mais compridos do que os braços das pessoas que as usavam, estas ficavam impedidas de alcançar a panela no centro da mesa. Isto tornava impossível, para qualquer uma daquelas pessoas famintas, de levar a comida à boca. Havia muita luta e imprecações, enquanto cada pessoa tentava desesperadamente pegar pelo menos uma gota do ensopado.

      O poeta ficou muito abalado com a terrível cena. Fechando os olhos, suplicou a Virgílio que o tirasse dali. Em um momento eles estavam de volta à canoa e Virgílio orientou o poeta como chegar até o Paraíso.

      Quando chegaram, o poeta surpreendeu-se novamente ao ver uma cena que não correspondia às suas expectativas. Aquele lugar era quase exatamente igual ao que eles haviam acabado de visitar. Não havia grandes portões de pérolas nem bandos de anjos a cantar. Novamente, Virgílio conduziu-o por uma trilha onde um cheiro de comida vinha de trás de uma barreira de rochas e de arbustos. Desta vez, entretanto, eles ouviram cantos e risadas quando se aproximaram. Ao contornarem a barreira, o poeta ficou muito surpreso de encontrar um quadro idêntico ao que eles tinham acabado de deixar: grandes mesas cercadas por pessoas com colheres de cabos desproporcionais e uma grande panela de ensopado no centro de cada mesa.

      A única e essencial diferença entre aquele grupo de pessoas e o que eles tinham acabado de deixar é que as pessoas deste segundo grupo estavam usando suas colheres para alimentar umas às outras.

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