Tiradentes tem Frida Kahlo e sua Casazul

Vocês já devem ter percebido a paixão que tenho por Tiradentes e como disse nos posts, a cidade tem arquitetura belíssima, história, gastronomia, fábrica de cerveja, artesanato, festival disso, festival daquilo, inauguração de museu, enfim, arte em abundância! Tanta, que venho aqui falar de uma mostra que reúne fotos da mexicana Frida Kahlo, com registros fotográficos da artista… Cada lugarzinho onde se coloca os olhos, o que se vê é um pouquinho da bela arte dessa mulher colorida. Escrevendo isso, parece que estou me confundindo e me referindo à exposição realizada no Museu Oscar Niemeyer (MON). Mas não, estou descrevendo a CASAZUL BISTRÔ.

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Tiradentes tem FRIEDA KAHLO

e sua CASAZUL

Por Dilu Bartolomeo Villela

As sócias Penha Lima e Rejane Cunha se apresentam expondo o prazer de oferecer a Tiradentes o espaço gastronômico que elas comandam, o Casazul Bistrô, linda homenagem à pintora Frida Kahlo, que morou e viveu seu grande amor numa casa azul no México.

 Casazul

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O restaurante atende a uma demanda de moradores da região e do turista que se excede com a maravilhosa comida mineira, e quer algo mais leve.

Casazul bandeiras

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Desde as entradas, passando pelas sobremesas até chegar aos cafés, o cardápio apresenta um toque ora picante, ora aromático da culinária mexicana. Além de vir no cardápio a explicação dos poderes da pimenta, cada comensal escolhe o teor da ardência, pois pimentinhas ilustram os pratos demonstrando sua graduação. Eu por exemplo, não gosto de pimenta (deveria gostar, já que emagrece).

Casazul pimenta

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Então gente, mais uma vez vem a comida nos trazendo um turbilhão de pensamentos, numa “explosión de color sabor FRIDA KAHLO”! Todos sabem que essa mulher sofreu horrores. Se você não encontrar respostas, não se preocupe em responder as questões a seguir, só pense na importância delas.

Casazul frida

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Como é que uma pessoa que sentia tanta dor foi capaz de ver o mundo tão colorido?

Casazul salao

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Como é que uma pessoa que levava uma vida dentro de padrões nem sempre virtuosos, foi capaz de ser uma devota?

Casazul frida 2

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Como é que uma pessoa tão sofrida, foi capaz de pintar um quadro cheio de melancia e batizá-lo com o nome “Viva la Vida”?

Casazul banho 1_Fotor_Collage

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Como é que uma pessoa que conversava diariamente com a dor e teve de aprender a conviver com um pé amputado foi capaz de escrever frases como “Pés para que os quero, se tenho asas para voar”?

casazul
Ou outras frases…

Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei a minha própria realidade”. “Eu pinto-me, porque sou o assunto que conheço melhor”.

Casazul salao 2

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Hay algunos que nacen con estrella y otros estrellados, y aunque tú no lo quieras creer, yo soy de las estrelladísimas…

casazul frieda papeis

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“Bebo para afogar as mágoas. Mas as danadas aprenderam a nadar”.

Casazul 3 quadros

 

Enfim, como é que uma pessoa traída pela própria irmã e teve sua vida marcada por tragédias, abortos, relacionamentos amorosos sofridos, foi capaz de se apaixonar pelo ato de cozinhar?

Foto: Priscila Bartolomeo

Foto: Priscila Bartolomeo

Os guardanapos com os porta-talheres são lindos! Cada um tem uma estampa mais colorida que o outro, um partwork, assim como o astral da artista.

Os guardanapos com os porta-talheres são lindos! Cada um tem uma estampa mais colorida que a outra, um patchwork, assim como o astral da artista.

Os guardanapos com os porta-talheres são lindos! Cada um tem uma estampa mais colorida que o outro, um partwork, assim como o astral da artista.

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O fato é que Frida Kahlo enfeitiçava não só por sua astúcia em transformar a dor e o sofrimento em criatividade, humor e beleza, não só pela explosão de cores, não só pelo olhar marcante, marcando cada passo seu, pintando o caminho por onde passava, ela acumulava estes a outros mistérios, entre eles, a boa mesa.

Casazul luiz.

Penha, uma das super acolhedoras proprietárias do CASAZUL, me mostrou O Segredo de Frida Kahlo, que é um livro onde o escritor além de relatar comoventes passagens da pintora, revela o *Livro da Erva Santa, onde Frida anotava não apenas seus sabores, mas também seus dissabores.

frida kahlo

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Neste diário culinário também se encontravam receitas de drinks com tequilla e as especialidades com as quais Frida Kahlo encantava seu grande amor, Diego Rivera.

Mojitos

Mojitos

Frozen margarita  Tequila com laranja e canela

Frozen margarita
Tequila com laranja e canela

Casazul luiz cerveja_Fotor_Collage

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Ah… mas não pense que Frida Kahlo usava suas delícias apenas para o bem, não! Nos rituais de sua cozinha, para se desforrar da traição de Diego com sua irmã Cristina, não faltavam ingredientes como a vingança, e ela usou da atração que a cozinheira normalmente exerce, para envolver e seduzir o pensador Trotsky, que coitado, pagou sem nada ter a ver com o pato.

Quesadilla de legumes com molhinho picante

Quesadilla de legumes com molhinho picante

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Léon Trotsky: “Tem algo de bruxa na senhora que encanta e deslumbra. Talvez esteja me envenenando com sua comida, pois desde que cheguei ao México estou vendo tudo de outro modo.” 

Tortillas de milho e trigo. Crocantes, quentinhas, deliciosas e bem acompanhadas!

Tortillas de milho e trigo. Crocantes, quentinhas, deliciosas e bem acompanhadas!

Guacamole

Guacamole

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Frida jogou o corpo para trás, ao mesmo tempo que soltava fumaça de seu cigarro. No fundo da cozinha, Agustín Lara cantava no rádio “Solo tú”.

Um crepe fininho recheado com 4 queijos e geléia de pimenta.

Um crepe fininho recheado com 4 queijos e geléia de pimenta.

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Frida: “Então, devo estar lhe passando alguma coisa minha com o sal, pois para viver essa vida é preciso temperá-la. O senhor já vê que estou doente, por isso acabo ficando tolerante, embora às vezes a vida seja danada além da conta, pois ou faz você sofrer ou faz você aprender. Para isso é que se coloca tomilho, pimenta, cravo e canela, para tirar o gosto ruim.”

Filé ao Mole Poblano. O molho tipicamente mexicano vem com um super tornedor acompanhado com batata ao pesto. A receita foi resgatada pela chef Rejane Cunha do livro de Frida Kahlo, que a preparou no dia de seu casamento com Diego Rivera. 

Filé ao Mole Poblano. O molho tipicamente mexicano vem com um super tornedor acompanhado com batata ao pesto. A receita foi resgatada pela chef Rejane Cunha do livro de Frida Kahlo, que a preparou no dia de seu casamento com Diego Rivera.

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Lo que no me mata, me alimenta.” Essa frase de Frida Kahlo me mostrou um outro lado dela. Da mulher e da própria frase. Pelo sofrimento que também já passei, sei que sou forte. Mas demorei muito para ver o arco-íris, enquanto que Frida Kahlo passou a vida angustiada, mas sempre colorindo seu mundo e buscando o amor na arte e na cozinha. Ela é minha ídola!

Panqueque com doce de leite e nozes

Panqueque com doce de leite e nozes

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Nesse momento são 4 horas da manhã, talvez por isso eu esteja tão emocionada por não poder dividir tudo isso com alguém. Ainda assim, me lembro de Luiz e eu no CASAZUL Bistrô – na hora do almoço – e me arrependo! Planejo nossa próxima estada em Tiradentes, e sei que será para o jantar, porque acabando de escrever esse post, sinto Frida Kahlo aqui no meu pertinho, e no ar, uma aura de mistério, sensualidade, paixão, de conquista. Enfim, quero sentir esse turbilhão de sensações na pele, e imagino todo aquele ambiente, ainda iluminado por velas… sinto que o astral noturno nos tornará mais românticos, nos fará sentir mais sedutores, e o melhor, nos levará a voar nas asas da imaginação!  Afinal, “pés para que os quero, se tenho asas para voar”?

Casazul horario

http://casazulbistrolatino.blogspot.com.br

* Entre os objetos pessoais de Frida Kahlo foi encontrado o “Livro da Erva Santa”. Era uma coleção de deliciosas receitas de sua ama de leite, as que sua irmã Matilde preparava-lhe após o terrível acidente de ônibus, as italianas de sua grande amiga e amante Tina, até as da rival Lupe, primeira mulher de seu maior amor, Diego Rivera. No livro também tinha as oferendas para o Dia dos mortos, já que, segundo a tradição mexicana, no dia 2 de novembro os defuntos têm permissão divina para visitar a terra, e os vivos devem recebê-los com um altar ornado com cravos, pães doces, fotografias carregadas de recordações, imagens religiosas, incensos de aromas místicos, divertidas caveiras de açúcar, velas para iluminar o caminho para a outra vida, e os pratos prediletos dos falecidos. Ao ser encontrado entre os objetos de Frida, o “Livro da Erva Santa” converteu-se num valioso achado, que seria exibido pela primeira vez na monumental exposição em homenagem a pintora no Palácio de Belas Artes, por ocasião de seu aniversário de nascimento. Sua existência confirmava a paixão e o tempo que ela dedicava a erguer seus famosos altares dos mortos. No dia em que a exposição foi aberta ao público, o livrinho desapareceu.

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45 comentários em “Tiradentes tem Frida Kahlo e sua Casazul

    • Denise querida, nada difícil falar assim de comida quando se tem uma Frida Kahlo por todos os lados, e ainda, Penha e Rejane por trás. Um combinado para nos fazer bem sensíveis!

  1. Dilu, sou encantada pelas cores da Frida e agora descrito por você tomou outro tom, um de ternura que não sentia nela e sinto em você quando escreve sobre ela. Viva la vida!♡ Beijo

  2. Eu estou completamente agradecida por ter tido a oportunidade de ser apresentada ao blog Dilucious. Até agora, todos os posts que eu li me trouxeram coisas boas. Sentimentos sinceros.

    • Ana Lúcia querida, eu também adoro esse tipo de comida no café da manha. Abre o dia de uma maneira mais quente, com mais vigor. A gente poderia combinar uma turminha para ir pra Tiradentes e pedir a Penha pra fazer um brunch… hummm… olha que super ideia! Adorei!

  3. Nossa mãe, eu não sabia dessas coisas, que a Frida Kahlo sofreu tanto. Mas o bacana que ela foi pro lado da comida, ne? Se ela tivesse viva ela ia adorar ir na casazul bistro.

  4. Gente que restaurante lindo! Eu gosto muito de comida mexicana, toda vez que a gente viaja a gente procura restaurante mexicano. É quente, é colorido, é simples, é tudo de bom!

    • Eu também acho Juliana, e devo confessar que quem me “apresentou” comida mexicana foi o Luiz. Ele morou em San Diego e lá é muito comum este tipo de culinária, devido a proximidade com o México. Você vai adorar o casAzul, indico demais, bjs

  5. Penha e Rejane, eu admiro o lado surpreendente de vocês duas. Muita gente ia ter um tanto de medo de investir num restaurante tão diferente numa cidade igual Tiradentes. Eu confesso que é preciso ter coragem, coisa que pra mim, falta um pouco e por isso eu estou falando pra vcs, porque serve como um incentivo para os menos afoitos ou medrosos como eu. Por causa disso eu quero parabenizar vocês duas e ficar doida pra chegar novembro, que é a epoca que nós vamos passar um final de semana aí. Um abraço nas duas

    • Adelaide querida, voce está certa,
      Precisa-se mesmo de muita coragem e muita ousadia para abrir um CasAzul em Tiradentes.
      Confesso que a nossa vontade era tão grande em fazer um restaurante mexicano, que somente depois de aberto foi que pensamos em como fomos ousadas e a coragem já estava lá.
      Me lembrei de Guimarães Rosa
      ” A vida é assim:
      Esquenta e esfria,
      Aperta, dai afrouxa,
      Sossega e depois desinquieta,
      O que ela quer da gente,
      É coragem.”

      Leia meu post abaixo e voce conhecerá um pouco da estória do CasAzul.

      Estamos te esperando em Novembro.

      Bjs

  6. Dilu, obrigada pela, digamos, homenagem prestada ao CasAzul Bistrô.

    Após 5 anos em Tiradentes, alguém consegue entender o significado e a importância desse restaurante.

    Tinha que ser você!!!!

    Sem grandes pretensões, com um projeto audacioso, com muita coragem, sim, coragem, pois abrir um bistrô de comida mexicana em uma cidade turística mineira é sem dúvida, um ato de coragem.

    O turista vem para Tiradentes para comer comida mineira e ponto. Quando muito ele opta por uma culinária italiana.

    Mas uma mexicana, hum, nem pensar, ainda mais com essa quantidade de pimenta!
    Assim ouvimos, durante 5 anos.

    E cá estamos nós, aos trancos e barrancos, sem arredar o pé, queremos e gostamos da culinária mexicana, sim, e pena de quem não quer nem tentar conhecer, porque uma vez que conhecem se apaixonam, como eu.

    Sou uma amante da comida mexicana, após 13 anos vividos em Los Angeles, onde queria viver na beira da praia, como fui criada no Brasil, e acabei caindo no centro da cidade de LA, junto à comunidade mexicana, comendo taquitos e burritos no café da manhã, almoço e jantar, durante 2 meses, até me mudar para a beira da praia, como era meu sonho, exatamente em Manhattan Beach.
    E minha viagem pela cultura e culinária mexicana continuou durante todos esses anos lá vividos.
    O povo mexicano é maravilhoso, são alegres, coloridos e inteligentes, herança da civilização Asteca – uma das mais inteligentes civilizações daquela época, estava muita a frente de qualquer outra.

    Nos finais de semana cruzava a fronteira com o México para chegar a Tijuana e tomar muita tequila e comer tacos, era uma aventura audaciosa dos californianos naquela época.

    Trabalhando na FEDEX no horário da madrugada, um colega de trabalho, mexicano, levava tortillas com frango e muita pimenta para lancharmos, no meio da madrugada, e me dizia que a pimenta iria me dar forças para continuar o trabalho até às 8 da manhã.

    Lógico que depois de toda essa experiência gastronômica mexicana, não consegui pensar em outra coisa que não fosse a culinária mexicana para abrir em Tiradentes.

    Decorar o restaurante no primeiro momento foi fácil, trouxe milhões de coisas dos USA e do México, juntei com o artesanato local, e pronto, o Casazul já tinha uma identidade.

    Mas e o resto? Que resto? Ah, a comida!!!

    Então tudo se complicou… eu não cozinho absolutamente NADA.

    Rejane Cunha, cadê você? Você vai ser a cozinheira.

    Como assim? Não sou cozinheira. Sou supervisora de um complexo gastronômico aqui no Rio de Janeiro.

    É verdade, mas você sabe cozinhar, tem paladar, experimenta todo o cardápio dos restaurantes antes de irem para a mesa.

    Rejane, que não é chef, somente uma cozinheira, mas que nunca tinha cozinhado em restaurantes antes, foi supervisora de um centro gastronômico na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, o extinto LOFT, um complexo gastronômico constituído de uma padaria, a Panini, do Mangiamo, na época um dos melhores restaurante italianos do Rio, uma pizzaria, uma casa de sucos e um restaurante a kilo, o Golositá, no Fórum do Rio de Janeiro, durante 10 anos.

    E o pior, não conhecia a comida mexicana…

    Complicou um pouco mais? Que nada, juntamos o meu paladar com a arte de cozinhar da Rejane, eu pegava as receitas, mostrava fotos de cada prato, ela fazia, eu provava e pronto, acertávamos o ponto.

    Até que ela começou a ousar, sozinha, ou com a intuição da Frida, como diz. E o cardápio foi sendo montado.

    A Rejane costuma dizer que Frida Kahlo se apossa dela quando vai para a cozinha, que sente sua presença constantemente ao seu lado.

    Assim foi criado o Casazul, com amor, com sonhos, com ousadia e com o prazer de mostrar para as pessoas outro sabor, uma culinária diferente e acima de tudo, com muita vontade de dar certo.

    Se deu certo? Ainda não sabemos.
    Lutamos todos os dias.

    Até que de repente mudei toda a decoração tipicamente mexicana e tiradentina, limpei a casa, com branco, azul e Fridas, por todas as paredes.

    Coloquei uma Frida dentro de um oratório e a chamo de Friducha, como Diego a chamava.
    Rezo à santa Friducha todos os dias para que me traga clientes e que eles se apaixonem pela culinária mexicana. Friducha, que de santa não tinha nada. Quase um sacrilégio.

    Às vezes vou para o restaurante, durante a noite, acendo todas as velas, coloco uma música não exatamente mexicana – gosto das musicas dos filmes de Almadóvar, sofridas- e a sinto me olhando, com todos os olhos daqueles tantos olhos de Fridas.

    Frida Kahlo, que precisou sofrer um acidente para ser conhecida pelo mundo.

    Frida Kahlo, que nos ensina que a dor não é necessariamente em preto e branco.

    Frida Kahlo, que viveu um grande amor, com toda sua dor, com toda sua amargura, com toda sua estranha beleza.

    Frida Kahlo que amou com todas as forças um homem completamente despido de qualquer beleza física.

    Frida Kahlo, poeta.

    Frida Kahlo, que não amava cozinhar, mas cozinhava para amar.

    Obrigada Dilu, por me trazer de volta essas lembranças de sonhos que já estavam ficando para trás.

    Bjs, Penha

    • Engraçado como as coisas voltam, às vezes, ainda mais forte que qdo foram criadas… Eu não tinha visto seu comentário Penha, só fui ver hoje qdo vi seu post lá no facebook, e voltei aqui pra reler essa delícia, e ao mesmo tempo, triste post. Ahhh como eu amo tudo isso!!!

      Bem minha querida, devo te copiar: Obrigada por me trazer de volta essas lembranças que já estavam ficando para trás. Seu texto me trouxe meu próprio texto. Quanta beleza embutida onde o objetivo era simplesmente falar de comida. Ao reler tudo que escrevi, além da emoção, fiquei pensando se teria sido o espírito ou o lado doce da “Friducha” que baixou em mim.

      Penha, pensando aqui no quão mágico é a “pimenta dando forças para continuar o trabalho até às 8 da manhã”… Adorei! Que ela nos seja oferecida todos os dias… pra quem ama cozinhar e cozinha para amar…

  7. Mineiras, acho que cada vez mais tenho vontade de conhecê-las. Esta resposta da Penha do Casa Azul bistro me enterneceu, depois de ler seu lindo post. Tudo muito bacana!

  8. ADOREi!
    Que linda esta matéria!
    Quando eu for a Tiradentes quero ir à Casa Azul . Tal como Coyacan!
    Soh que na Casa Azul de Tiradentes há muito maos sabores do que cores!
    Um beijo Dilu!

    • Marilia querida, só hoje estou vendo seu comentário. Mesmo sabendo que vc não lerá minha resposta, te agradeço e espero que tenha ido no CASAZUL, onde as cores e sabores nos recebem de braços abertos. Bjs amor

  9. Simplesmente invadiu minha alma meus pensamentos e gerou um desejo enorme como o seu “Uma aventura na casa azul “..,, Parabéns pelo post !!!!
    Obrigado por compartilhar com tanta sensibilidade !!!! Fico muito consternada com o desaparecimento do livro , como o silêncio dos inocentes mostra uma faceta da fragilidade da nossa sociedade e da humanidade …..

  10. Todos os apaixonados por Frida Kahlo aplaudiram vc ao ler esse post Dilu! Perfeito! Emocionante! Palmas e vivas para Dilu!

  11. Dilu, simplesmente amei tudo o que vi! Parabéns pelas sutilezas, pelo bom gosto, pela postagem,pela referência (e reverência!) à Frida, à cidade de Tiradentes, à CasAzul Bistrô…vc consegue despertar e aguçar todos os sentidos que dão um sentido maior ao nosso dia a dia! DELICIOSA INCURSÃO nos seus relatos cheinhos de sabor, de magia, de cores…Bjossss

    • Gisele querida, não resisti ao ver sua foto de capa do facebook – quis compartilhar esse post tão lindo com você, pois uma pessoa sensível como vc realmente iria gostar… Imaginei isso! Bjs amor e obrigada pelas lindas palavras!

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