Comecei, ainda em 2016, indo pra Paris, a escrever este post. E aí se passaram 37 dias e cá estou, de volta ao Brasil. Naquele 10 de dezembro, ainda dentro do avião, eu pensava no privilégio que é viajar e como a viagem deve ser. É a melhor coisa do mundo, sem dúvida, não apenas porque vemos coisas e lugares incríveis, não porque comemos iguarias surpreendentes, não porque comparamos nosso dia-a-dia com o que vivenciamos em mundos diferentes, não apenas porque vemos vários etcs – viajar é melhor que tudo isso porque nos permitimos também, prestar atenção em coisas frugais. Frugal tem vários significados, mas os que interessam aqui são apenas dois.
Frugal pode ser a falta de ansiedade. Frugal numa viagem pode ser a busca de coisas simples, pode significar sair sem lenço, sem documento! Claro que a cidade em questão, Paris, favorece em muito essa questão. Fácil demais sair sem rumo, ser feliz e pronto! Pra isso, basta estar lá!
Frugal se refere também à pessoa que se sustenta de frutos. E é com esse sentido que ainda quero usar essa palavra neste post. Quando viajamos, colhemos frutos o tempo todo. Em Paris, optei por buscar e experimentar, de canto em canto e a cada manhã, “refeições frugais”, com um olhar direcionado a elas. Não havia nada reservado, premeditado ou programado.
Queríamos que a viagem rendesse os frutos que ela mesma quisesse oferecer. Ai meu Deus, como isso é maravilhoso. Ler tudo que se vê pela frente, observar placas, prestar atenção nos anúncios, ver com olhos curiosos o que, no nosso cotidiano, não prestamos atenção.
Afinal, uma viagem faz ainda mais sentido quando aprendemos coisas. É ai que vemos nossa cabecinha se abrindo à criatividade. Aliás, acontece que se abre um novo mundo dentro do nosso mundinho. Tudo tão de repente! Claro, nos tornamos então mais ecléticos e descobridores (dos 7 mares). E é aí que a gente vê o quanto ainda há para se descobrir.
E também, é quando viajamos que sentimos lá dentro do nosso coração, alma e tudo mais, nossas promessas pessoais tomando vida. E cá entre nós, é aí que se forma uma teia de juras… rsrss…. Bem queríamos nos transformar em Super Men/Women para dar conta de tudo.
Pois é! Jurei pra mim mesma que faria posts todos os dias e num dei conta nem de acabar este primeiro post há 37 dias. A teia foi se formando, acumulando… Bem, espero que, daqui pra frente, essa teia vá virando “frugal”, vá rendendo frutos. Mas por enquanto, olhem como é um dia frugal em Paris!
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Paris… Tão pouca distância pra tanta exuberância!
Dilu Bartolomeo Villela
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Paris é uma cidade a ser percorrida a pé e assim fizemos.Como eu disse no post anterior Paris, amigos e alegria, nosso apartamento ficava no 7. arrondissement, pertinho do Invalides, onde Napoleão está enterrado.Cúpula des Invalides100 passos à frente damos de cara com a ponte mais linda que já vi na vida.Tão linda que serve de palco para vários filmes.
A ponte foi construída entre 1896 e 1900
Recebeu seu nome em homenagem ao czar Alexandre III, que a deu de presente a Paris para simbolizar a amizade entre os dois países.
São 160 metros de exuberância! Candelabros de bronze em estilo Art Noveau e as 4 torres localizadas nas extremidades são deslumbrantes.Nelas, ninfas e cavalos alados revestidos de ouro e dispostos em pedestais de quase 20m de altura completam a elegância do conjunto.
A construção da ponte é uma maravilha do século XIX, que tem o mesmo estilo do Grand Palais.E é o que encontramos, o deslumbrante e grande Grand Palais, que fica uns passinhos à frente.Um conjunto arquitetônico sem igual!
São poucos passos, mas já no 8. arrondissement, o Grand Palais reflete a rica decoração e ornamentação nas suas fachadas de pedra e teto de vidro
O uso do concreto armado, do grande envidraçado da sua cobertura com estrutura de ferro e aço, tudo à vista, mostra a modernidade que chegava na época.Nem precisa atravessar a avenida (Avenue Winston Churchill), é só virar e contemplar a beleza do Petit Palais, bem ali em frente.É “petit” só no nome, pois a coisa tem 150 metros de belezaO Petit Palais tem em seu centro um pórtico monumental coroado por uma cúpula. O interior apresenta galerias iluminadas apenas pela luz natural, com o recurso a grandes superfícies vidradas, cúpulas transparentes e uma série de largas janelas, permitindo uma maior integração do interior com o exterior.
Poucos passos mais chegamos na famosa Champs Elysées, onde fica o Arco do Triunfo…… e nesta época, onde acontece a Paris Villages de Noel.Pra diversão da “garotada”… rsrsss…Delícias de todo tipo…E gosto…E onde tem de tudo… Queijos…Até caviar…Sem contar no “grauffe”, que eu amoooooo; panquecas, churros e uma infinidade de guloseimas…Mariscos…Uh lá, lá!Trufas!Frios…As mais nobres carnes…Outras, nem tanto, mas tão saborosas quanto…Brincadeiras… Enfim, o mundo encantado dentro do mundo encantado!Atravessamos a Village de Noël e em poucos passos, chegamos à famosa Place de la ConcordeSão 22 metros de altura e 220 toneladas. Este é o imponente tesouro de granito rosa de 3.300 anos decorado com hieróglifos contando as histórias dos faraós Ramsés II e Ramsés III que Paris ganhou de presente do vice-rei do Egito.Sim, Mehmet ALi ofereceu aos franceses os dois obeliscos que ficavam na entrada do Templo de Luxor.Só um deles chegou no destino.
Um navio foi construído especialmente para o transporte, o Luxor. Tinha que ser longo, mas não muito alto, para passar sob as pontes de Paris.Só para desmontar o monumento, gastou-se um ano, a viagem, mais dois. Para levar o obelisco até o Rio Nilo, cerca de 30 casas foram derrubadas. A operação levou mais de um mês e meio. Depois de 12.000 km e três anos, o monumento foi instalado na praça.Pra mim, a Place de la Concorde é uma das mais bonitas com seus “mil e um” monumentos… e vistas! Olha lá no fundo a poderosa, a senhora Dona Torre Eiffel.Segunda maior praça da França, sendo a maior de Paris e palco de importantes acontecimentos da história francesa, como a execução da família real e a morte de Maria Antonieta na guilhotina.
Foi na exuberante praça o local escolhido pra instalar a roda gigante de ParisÉ nessa praça que fica o Hotel Crillon veja aqui, onde ficamos hospedados uma vez. Na foto, eu e minha sogra querida.É nessa praça deslumbrante que fica também o Museu L’ Orangerie, onde foram construídos espaços adequados para receberem as Ninféias de Monet.Não é um museu grande, o ideal é entrar, ver as Ninféias, sair e nunca mais esquecer. Um show imperdível em Paris.Não acabou, ainda tem a Assembleia Nacional do outro lado da praça.Nessa hora, olhe pra sua direita e veja a Place de la Madeleine.Só olhe, deixe pra visitar a maravilha no outro dia pra poder aproveitar com mais tempo e melhor.Logo depois, vem a Rue de Rivoli, que margeia o Jardin des Tuileries.Difícil escolher por onde passar, se pela rua ou pelo jardim.Na dúvida, num dia faça o caminho pelo jardim e noutro, pela rua, mas se não houver tempo pra tanto, faça parte do caminho pelo Jardin des Tuileries e parte pela Rue de Rivoli. Quando estiver lá dentro, não deixe de descansar um tempinho para observar as maravilhas ao redor.O jardim tem vários portões que você pode entrar e sair na hora que quiserPode ser que você enlouqueça também e saia dançando… rsrsss…A Rue de Rivoli atravessa o coração de Paris por quase 3 km e, parte dela – entre a Place de la Concorde até o Louvre – é feita de arcadas, deslumbrantes, diga-se de passagem.As maisons e boutiques quando foram construídas não podiam ser ocupadas por açougueiros, confeiteiros, padeiros, artesãos ou outras pessoas que necessitassem de um forno. Hoje pode! Essa Angelina é pra aquelas amigas que adoram uma paradinha… Mas tem de enfrentar a fila!Naquela época também não havia pintura ou letreiro indicativo da profissão nas fachadas ou pórticos das arcadas. Devia ser o luxo do luxo. Hoje pode, e virou um comércio horrível de souviners colocados nos corredores, bugigangas, etc.Passeando por lá, fiquei imaginando um comércio chic instalado naquelas arcadas. Com cafés, restaurantes e bistrots descolados. Seria o máximo! Um dos poucos chics que restou foi o Maurice, mas… veja aqui nossa experiênciaUns três quarteirões depois, na Rue de Castiglione, olhe novamente pra sua direita.Você vai ver a Place Vendôme, a praça mais chic de Paris – mas deixe para visitá-la no mesmo dia da Place de la Madeleine.
Todo esse percurso foi feito no primeiro dia de viagem porque Luiz queria comprar um celular e um dos endereços da Apple é no Carrousel du Louvre (outro é na Galeria Lafayette, outro ao lado da Ópera). No andar da Apple, no Carrousel du Louvre, tem essa pirâmide de cabeça pra baixo que aparece na foto… Afif! É beleza pra todo lado!O entorno do Louvre! Sem palavras!Quem quiser entrar no Museu do Louvre deve comprar a entrada antes pra evitar filas. Neste dia fomos só pra ver a pirâmide deslumbrante.
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Aproveito este post pra dizer que, depois do Louvre, o comércio da Rue de Rivoli melhora com lojas tipo H&M, Zara, Forever, C&A, NAF NAF, MAC, Sephora, etc. Eu não ligo muito pra roupa, mas falou que é coisa de casa e cozinha… amo! Uma vez fiquei hospedada aqui perto e perto da Habitat, loja de 3 andares de objetos de decoração com design moderno, nada caro… Em frente ao Hôtel de Ville, tem o BHV (pronuncia-se biashi-vê), loja de departamentos mais popular de Paris. Eu adoro o andar de cozinha. Dá tempo de dar uma voltinha nessas lojas.
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Mas a gente queria tomar uma cerveja e comer uma coisinha, então, passamos onde bate o coração da cidade mais romântica do mundo. Aquele grande rosto é pra mim, uma das coisas mais emocionantes. Todas as vezes em Paris, vou lá.Essa escultura, de uma grande cabeça repousando sobre o chão, se chama L’Ecoute. Ela se encontra em frente a Igreja Saint Eustache e, dizem, escuta bater o coração de Paris.A L’Ecoute fica em frente a Saint Eustache, igreja linda que agora está em manutenção.
Bem em frente, também mais uns 100 passos, se encontra o Les Halles.O espaço foi completamente remodelado e ficou maravilhoso.Mas agora tá na hora de comer uma coisinha, né? Ninguém é de ferro, apesar do café da manhã ter sido um brunch… Veja aquiParis no inverno escurece cedo, então parece que já é noite, mas era hora de almoçar mesmo. Vou deixar pra falar sobre o restaurante Champeaux, que tem a cozinha assinada por Alain Ducasse e projeto de Philippe Starck, no post de amanhã.Como eu ia dizendo antes de almoçar, o Les Halles ficou maravilhoso.Mas o que é Les Halles? Ou Forum des Halles?Um pouquinho da história do local: Em 1137, o rei Filipe Augusto ordenou a criação do mercado de alimentos no antigo bairro judeu de Les Champeaux bem no coração da Paris, no 1º arrondissement, emprestando seu nome ao bairro que se tornou Quartier des Halles. Reformado em 1858, serviu como principal centro de abastecimento da cidade nos séculos XIX e parte do século XX. Foi demolido em 1971 e substituído por um moderno shopping center subterrâneo, o Forum des Halles, cuja área central ao ar livre está abaixo do nível da rua, como um jardim submerso. (Foto emprestada da Internet)Recentemente o Forum des Halles passou por reformas, sendo reinaugurado em 2016.Os arquitetos se inspiraram na natureza para projetar o teto, que é in-crí-vel!!! Enormes pás sobrepoem-se e permitem a entrada de luz e ar.O novo Forum des Halles possui 150 lojas (H & M de 4 andares… uau!, Fnac, Zara, San Marina, Celio, Bershka, Nike, Lego, Superdry, Muji, L’exceção, Seven Five, etc etc. (Com tudo isso, nem precisa ir nas lojas da Rue de Rivoli).E muitos restaurantes, supermercado e um Monoprix.O cinema é o mais movimentado da Europa e ainda, para completar quem quer lazer, o espaço conta com ginásio, piscina olímpica, biblioteca de mídia, um centro dedicado ao hip-hop, um jardim de inverno e um espaço de práticas artísticas para amadoras.Com a revitalização, o Forum des Halles confirma seu status como destino certo para os parisienses e turistas. A estação subterrânea de metrô Châtelet – Les Halles, localizada abaixo do complexo é a maior do mundo.O Forum des Halles tornou-se um novo e diferente ponto arquitetônico de Paris, a visita é obrigatória, eu acho!Além de tudo, o Les Halles ainda tem vista para a Saint Eustache. Isso é Paris!Sim, isso é Paris. Saímos dali e caminhamos um pouco pra pegar um táxi, mas com vontade de continuar andando… andando… Essa cidade é insaciável, aliás, ela, ao invés de nos saciar, Paris espezinha, tipo assim: Pode continuar que tem mais, muito mais!Tudo isso e esse “muito mais” pode ser feito de bicicleta, mesmo eu tendo dito lá no começo que Paris é pra ser percorrida a pé.Mas pra quem gosta de bicicleta, é super fácil alugar uma. Tem pontos por todos os lados e você pega e deixa a bike no ponto que quiser.Então, foram 4,1 KM que, se fossem percorridos sem paradas, daria mais ou menos 50 minutos. Ah Paris… Tão pouca distância pra tanta exuberância!Mas tínhamos mesmo de pegar um taxi pra dar uma descansada, pois a noite prometia! Olha só onde fomos parar! Dia abençoado, viu?Gente, parece que é coisa demais para apenas 1 dia, né? Mas não, saímos tarde de casa, paramos pra comprar celular, passeamos por tudo isso que vocês viram, sentamos no restaurante (que vou contar em outro post) e ainda fomos jantar no bairro chinês, que também vai ficar pra outro post. E assim é Paris!
Patricia, a intenção é sugerir, quem sou eu pra dar aula? Bem que eu gostaria, principalmente pra exercitar a memória! Que anda hfraaaaaccaaa! Bjs amore e obrigada pela assiduidade.
Bom dia amiga , eu amei viajar por 1 dia com vc , mas fiquei aqui imaginando se não é muita coisa para 1 dia apenas. Muita coisa bonita pra ver e pra guardar na memória.
Muita coisa linda pra guardar na memória, é verdade Ana Lúcia. Paris é assim, esse monstro de opções, impressionante. Quanto ao tempo, não, não é muita coisa, a não ser que você entre no Orangerie, veja tudo, entre no Louvre, veja alguma coisinha… O que gasta mais tempo é quando vamos em mais de um museu por dia e, depende também, de como você gosta de visitar um museu. Eu gosto de ver uma peça principal do museu e ficar com ela na minha memória pro resto da vida. Já sei que é assim que funciona pra mim, se vejo muita coisa, acabo esquecendo. Quanto ao percurso, vc viu que coloquei um mapinha pra mostrar o quanto seria feito a pé? Não é muito. Olha que saímos de casa por volta de 13h e ainda paramos na Apple. Mas sabe qual a melhor maneira de viajar, na minha opinião? Saia do hotel com uma programação definida, mas sem ansiedade – se der tempo bem, se não, bem também!
Dilu amadaaaa, que delícia de dia!
Eu estou programando uma viagem pra Paris, Roma e Madri pra outubro. Ainda não comprei as passagens pq eu estou com muitas dúvidas. Vc pode me dar umas dicas ??? Aiaiaiiiiii. Desculpe te incomodar…
Diluzinha, e a viagem da Itália? Aquela vc prometeu chegar no fim lembra? Eu sei que a exuberância de Paris é hors concours, mas meu interesse é na região dos lagos, onde fica o Vila Deste, Bergamo, Sirmione, Verona e Veneza. Eu e uma amiga vamos em setembro, será que até lá vc chega lá?
Ai meu Deus, que responsa! Brenda querida, se vc precisa de umas dicas, tenho de postar bem antes disso pra vc se programar. Olha, se quiser, podemos encontrar pra vc ver pelas fotos o que fizemos e aí vc decide, que tal?
O que dizer sobre esse post? Perfeito, perfeitíssimo!
Paris através do se olhar é mais que perfeita!
Coisa linda sua forma de descrevê -lá, contando, cantando e dançando! Paris tem cheiro de amor no ar! Adorei Dilu!
Dilu, esta parte de Paris eu nem preciso fazer mais. O post está exuberante!
Ah Claudia, que fofa, obrigada pelo carinho!
Que aula heim fia? Eu adorei!
Patricia, a intenção é sugerir, quem sou eu pra dar aula? Bem que eu gostaria, principalmente pra exercitar a memória! Que anda hfraaaaaccaaa! Bjs amore e obrigada pela assiduidade.
Nossa , foi muito melhor do que eu esperava encontrar e continuo no aguardo de mais posts mais posts todos incríveis como este. Beijokas
Simone, vc é pra mim um incentivo. Muito obrigada!
Que maravilha de postagem Dilu , parabéns!
Cacá querida, muito obrigada! Bjss
Bom dia amiga , eu amei viajar por 1 dia com vc , mas fiquei aqui imaginando se não é muita coisa para 1 dia apenas. Muita coisa bonita pra ver e pra guardar na memória.
Muita coisa linda pra guardar na memória, é verdade Ana Lúcia. Paris é assim, esse monstro de opções, impressionante. Quanto ao tempo, não, não é muita coisa, a não ser que você entre no Orangerie, veja tudo, entre no Louvre, veja alguma coisinha… O que gasta mais tempo é quando vamos em mais de um museu por dia e, depende também, de como você gosta de visitar um museu. Eu gosto de ver uma peça principal do museu e ficar com ela na minha memória pro resto da vida. Já sei que é assim que funciona pra mim, se vejo muita coisa, acabo esquecendo. Quanto ao percurso, vc viu que coloquei um mapinha pra mostrar o quanto seria feito a pé? Não é muito. Olha que saímos de casa por volta de 13h e ainda paramos na Apple. Mas sabe qual a melhor maneira de viajar, na minha opinião? Saia do hotel com uma programação definida, mas sem ansiedade – se der tempo bem, se não, bem também!
Dilu amadaaaa, que delícia de dia!
Eu estou programando uma viagem pra Paris, Roma e Madri pra outubro. Ainda não comprei as passagens pq eu estou com muitas dúvidas. Vc pode me dar umas dicas ??? Aiaiaiiiiii. Desculpe te incomodar…
Incômodo algum minha flor! Só uma primeira pergunta: quanto tempo vc terá pra essa viagem?
Eu vou poder ficar viajando 15 dias. Vc acha que dá?
Dilu super acompanho seu blog e estou aprendendo muita coisa Thanksssssss
Nicole querida… eu agradeço de coração!
Diluzinha, e a viagem da Itália? Aquela vc prometeu chegar no fim lembra? Eu sei que a exuberância de Paris é hors concours, mas meu interesse é na região dos lagos, onde fica o Vila Deste, Bergamo, Sirmione, Verona e Veneza. Eu e uma amiga vamos em setembro, será que até lá vc chega lá?
Ai meu Deus, que responsa! Brenda querida, se vc precisa de umas dicas, tenho de postar bem antes disso pra vc se programar. Olha, se quiser, podemos encontrar pra vc ver pelas fotos o que fizemos e aí vc decide, que tal?
Paris , como diria um amigo nosso, tem seu lugar!
Tão linda, alegre e exuberante.
Mas na companhia de amigos do peito , ela fica perfeita!
Tem seu lugar e “tem seu lugar” no nosso coração de uma maneira especial né, minha amiga? Paris nunca mais será a mesma no meu, pelo menos.
Frugalité dans l’air!!!
Merci pour votre participation, Jérôme!
O que dizer sobre esse post? Perfeito, perfeitíssimo!
Paris através do se olhar é mais que perfeita!
Coisa linda sua forma de descrevê -lá, contando, cantando e dançando! Paris tem cheiro de amor no ar! Adorei Dilu!
Ah minha linda, obrigada por tanto e tudo!
TE AMO!!!
Ahh Marisa, este amor, com certeza, vem lá da nossa infância. Que linda é vc! E eu? Já te disse hoje que te amo?